Os 9 hábitos das pessoas felizes, segundo Jameson L. Scott

O que é a felicidade e por que a desejamos?” Este é um dos primeiros capítulos do livro ‘Os 9 hábitos das pessoas felizes’, de Jameson L. Scott.
Como ele mesmo aponta, a felicidade provém em grande parte da capacidade de conseguir o que precisamos ou de resolver os problemas das nossas vidas.
Então, desejamos a felicidade porque significa a autorrealização e a satisfação pessoal. Cada um alcança a sua felicidade de uma forma única, ainda que Jameson nos ensine algumas atitudes que as pessoas felizes tenham ao longo da sua história.

Quais são os hábitos das pessoas felizes?

Em primeiro lugar, “Os 9 hábitos das pessoas felizes” é um livro que chama para a ação individual e não procura a autoajuda. Somos incentivados à mudança a partir do movimento, e não apenas a partir do pensamento. Por isso, o autor nos informa que para continuar o livro será necessário sair da nossa própria “zona de conforto”. Será o único jeito de incorporar os 9 hábitos em nossas próprias vidas.
Não só isso, ele garante que após ler o livro e seguir as orientações nas nossas próprias vidas, não será necessário ler mais livros de autoajuda, os quais, por outro lado, ele critica severamente. A partir da experiência, nos convida assim à autodescoberta para conseguir fazer somente aquilo que precisamos fazer: viver nossas vidas como o único jeito de sermos felizes.

“A porta da felicidade se abre para dentro, é preciso se afastar um pouco para abri-la: se a empurrarmos, iremos fechá-la cada vez mais.” -S.A. Kierkegaard-

Não permitem que o futuro se imponha ao presente

As pessoas felizes:

  • Socializam sem procurar aprovação: as pessoas felizes sabem que para ser feliz precisam ser íntegras e não transformar a si mesmas no que os outros esperam. Sabem que se deixarem, elas ganharão poder sobre si e guiarão suas vidas pelo que os outros pensam. Uma pessoa feliz não promove uma falsa imagem e sabe que não pode agradar a todos.
  • Amam a si mesmas: as pessoas felizes se cuidam, se fazem agrados, se potencializam. Não se fazem de vítimas, nem insultam a si mesmas, nem se rejeitam. Além disso, conhecem suas possibilidades e procuram conseguir o que depende delas.

  • Aceitam suas circunstâncias e perseguem o que querem: este tipo de pessoa distingue entre conformismo e aceitação, acredita nas mudanças e luta antes de abandonar. Não só isso, constantemente procuram se aprimorar, apreciam a vida e a aproveitam ao máximo.
  • Conectam-se com o presente: este é um dos hábitos fundamentais das pessoas felizes. Procuram viver o momento presente e deixar de lado outro tempo que não seja o atual. Para isso, dedicam alguns minutos para meditar durante o dia e depois mergulham o seu pensamento no que estão fazendo.
  • Fazem coisas que temem e desejam: aproveitam as oportunidades como desafios para superar os medos. Conhecem o que lhes causa pânico e agem para enfrentá-lo. Falamos de pessoas que têm medos como eu e você, mas seus medos não as paralisam e elas inclusive conseguiram incorporá-los nas suas vidas como fonte de motivação.

“Ser estúpido, egoísta e estar bem de saúde, aqui estão as três condições que são necessárias para ser feliz. Mas se a primeira faltar, você está perdido.” -Gustave Flaubert-

Aprendem e cuidam do seu descanso

Além disso, as pessoas felizes também:

  • Aprendem com tudo que as rodeia: reconhecem o fracasso e fracassam cada vez melhor até alcançarem o sucesso. São conscientes de que para aprender precisam agir, ganhar forças e confiança.
  • Descansam corretamente: dormem mais de seis horas e menos de oito, desligam-se duas horas por dia do que é obrigatório, descansam sem tecnologias, etc.

  • Alimentam-se e se exercitam de forma equilibrada. Consideram a conexão com seu corpo um canal de comunicação fundamental para o seu bem-estar, de forma que prestam atenção a ele e cuidam dele.
  • Postura corporal e respiração correta: as pessoas felizes observaram que existem determinadas posturas que limitam a ação e o que comunicamos. Por fim, dão importância à respiração e à forma como o ar entra em seus corpos.

Por: Cristina Trilce
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